Há uma nova geração e ela não é da Coca-Cola. Ela é a nova geração, a geração forever alone, tomando os seus bons drink no verão da Europa, a geração “come on the feel noise”. A geração que vem não é a geração Y, é a geração do triângulo triângulo bolinha quadrado cima baixo cima baixo esquerda…
“Ainda estou confuso mas agora e diferente “
E é com essa frase do Renato Russo que eu inicio meu pensamento.
As musicas que escutamos estão intimamente ligadas ao momento que estamos passando e essa é a musica que nao para de tocar, tanto na minha cabeça quanto no meu radio.
É isso que eu estou vivendo, esse misto de sentimentos, essa loucura de conhecer meus limites, essa introspecção profunda.
E assim que eu estou começando a entender minhas ações, descobrir a minha paixão por sentimentos e ate mesmo por drama. Entendi que minha busca é por alguém que consiga fazer que sinta alguma coisa nesse caos, mesmo que atualmente sentir não seja a decisão mais sábia. Mas mesmo assim eu quero ter o prazer de me apaixonar toda manha e me reinventar toda noite, de conversar pelo olhar, de dar sorrisos intermináveis e pode gargalhar a cada segundo de atitudes idiotas e imaturas mas que descrevem exatamente a minha personalidade. A eu quero esse prazer, esse prazer de ser o motivo do riso de alguém.
Mas esses sentimentos totalmente utópicos são raros e estão em extinção mas mesmo assim eu espero com apenas um sentimento: a esperança de um dia encontra-lo.
Há uma certa diferença em “gostar” de alguém e “estar a fim de alguém”. Há uma certa diferença. Quando você gosta, você gosta de alguém pelo o que ela é. Só por isso. Quando você “está afim de alguém”, você está afim pelo o que a pessoa aparenta ser.
Há uma certa diferença entre “a gente” e…
O riso é eterno. A imaginação não tem idade. E os sonhos são para sempre. Walt Disney
(Source: des-encantar-me)
Dezenove anos, 9 meses e 29 dias. E o que eu fiz nessa vida ?
Nada. Nada alem do normal. Apesar de me sentir diferente, sei que eu sou igual a todo mundo. Faço parte das pessoas normais, que viverão vidas normais.
Antes eu costumava a pensar que eu era especial, que tinha uma missão no mundo. Mas apos quase vinte anos de vida, ser especial é levantar todo dia.
Talvez eu ainda seja especial. Especial por acreditar em coisas que não podem acontecer, especial por fazer tudo por todos, especial por não saber dizer não, especial por ser simplesmente normal.
Passei boa parte da minha adolescência querendo crescer, e agora que eu já sou “grande”, simplesmente queria viver na terra do nunca ou apenas não viver.
Não sou uma pessoa triste, nem feliz , afinal felicidade são momentos. Mas talvez seja um pessoa cansada da normalidade, apaixonada pela ilusão, pela fantasia.
E é isso, o talvez me define. Sou o talvez, sou as possibilidades, nunca a opção.
(Source: duardaangel)
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